segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

domingo, 12 de dezembro de 2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Premio Nobel da Paz

Pequim pressiona Europa para não entregar Nobel da Paz

Líderes e organizações internacionais de defesa dos direitos humanos apoiam libertação de Xiaobo

Líderes e organizações internacionais de defesa dos direitos humanos apoiam libertação de Xiaobo

Liu Xia/Epa

A China está a pressionar  governos europeus para evitar a cerimónia de entrega do prémio Nobel da Paz ao dissidente chinês Liu Xiaobo e declarações de apoio ao mesmo, disseram hoje alguns diplomatas em Pequim.

A embaixada chinesa em Oslo enviou cartas oficiais a várias embaixadas europeias na Noruega a pedir para as mesmas não se fazerem representar na cerimónia de entrega do Nobel da Paz a Liu Xiaobo, agendada para 10 de dezembro, disseram dois diplomatas em Pequim sob condição de anonimato.

Em declarações à agência Associated Press (AP), um dos diplomatadas diz que, na carta, a China reafirma a sua posição de que Liu Xiaobo é um criminoso e considera o prémio uma ingerência nos assuntos internos do país.

Primeiro chinês a receber o Nobel da Paz

A carta apela ainda às embaixadas para não divulgarem quaisquer declarações públicas de apoio a Liu Xiaobo no dia da cerimónia, acrescentou.

Liu Xiaobo, detido no nordeste da China, é o primeiro cidadão chinês a quem é atribuído o Nobel da Paz, uma recompensa que irritou Pequim. A sua mulher encontra-se em prisão domiciliária desde que o prémio foi anunciado em outubro.

Este intelectual, de 54 anos, cumpre uma pena de 11 anos de prisão por ter sido autor da "Carta 98", que reclamava uma China democrática.

Vários líderes mundiais, incluindo o presidente norte-americano Barack Obama, e diversas organizações internacionais de defesa dos direitos humanos apelaram à libertação de Liu Xiaobo.

Diplomatas têm encontros com oficiais chineses

Nas últimas semanas em Pequim, diversos diplomatas de diferentes países foram chamados para encontros com oficiais chineses, que lhes endereçaram pedidos semelhantes aos constantes das cartas da embaixada chinesa na Noruega.

"Têm tentado de forma discreta aproximar-se, convidando-nos para pequenos encontros, em que aproveitam para passar a mensagem", disse um diplomata europeu citado pela AP.

Outro diplomata europeu referiu que a China não pediu ao seu país para evitar o evento, mas disse ter conhecimento de outras nações a quem isso mesmo foi pedido

domingo, 31 de outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

Tributo á minha amiga Carol

 

 

Boa noite!
"Um sonho começa a ser realidade quando
homens e mulheres sonham juntos,
olham para além das limitações
e ousam caminhar caminhos novos,
às vezes pedregosos,
às vezes escorregadios,
sempre desafiantes.
Não obstante, nenhuma dificuldade,
nenhum obstáculo é mais angustiante
do que se caminhar solitário...
sem mãos que se tocam,
sem ombros que se apóiam,
sem olhos que se olham..."
Te adoro, bjs.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Uma simples árvore morta

 

Kevin Day arvore morta

Um olhar foi suficiente para que o fotógrafo inglês Kevin Day ficasse intrigado. Uma simples árvore morta o provocou e inspirou espiritualmente. Ele não sabe explicar o motivo de ter sentido fascinação pela árvore, no entanto, acredito que tal sentimento é justamente aquele que abriga o prazer de se apreciar o belo. E Kevin Day, visivelmente, tem uma ideia particular acerca deste conceito. Para o fotógrafo, o belo é uma antiga árvore, uma amiga – como ele mesmo a chama – localizada na pequena aldeia de Middlegreen, em Slough – uma cidade do Condado de Berkshire, no sul da Inglaterra.

O que para alguns é insignificante, para outros é a manifestação do belo. Kevin se apropriou do belo, neste trabalho, das duas formas que a filosofia tem vindo a explorar ao longo dos tempos: o belo clássico, como idéia pré-estabelecida de estética, uma visão racional que identifica simetria, harmonia e equilíbrio - idéia universal e imutável; e o belo subjetivo, romântico, da experiência particular de cada um, como manifestação que desperta prazer no observador, independente de pressupostos de beleza - relativo, variável.

Kevin Day arvore morta

Kevin Day arvore morta

Kevin observa a árvore com tanta paixão que tratou de fotografá-la por diversos ângulos e por muito tempo. Acompanhou as mudanças naturais de todos os elementos da cena. E a cena onde a árvore se encontra é um exemplo do conceito bifurcado do belo. Nela, existe a beleza objetiva e subjetiva. A beleza estética está no enquadramento natural de um ambiente selvagem e vivo. Uma beleza exposta no tamanho da árvore seca, que protagoniza uma imagem campestre e decora a margem de um rio que passa por ali, ora transbordante, ora minguado. A árvore também adquire um aspecto misterioso em meio à névoa sazonal. No nascer e pôr do sol, a sua sombra torna-se muito imponente, com seus galhos graúdos. A vegetação ao redor possui uma coloração rústica e, por causa da luz do sol ou da lua, deixa-a com um clima, muitas vezes, poético – eis a beleza subjetiva, aquela que apela às paixões.

Em cada foto, Kevin faz transparecer uma sensação diferente. Há fotografias que evocam temas como solidão, morte, decadência, honestidade, dor, insignificância, beleza, mistério, entre outras.

Ao observar o ensaio, a primeira impressão é de que são fotos de lugares variados, tamanha a diferença da paisagem de tempos em tempos. As fotografias de Kevin transformam aquela simples árvore seca em um quadro em branco que ostenta somente aquela árvore a esperar que o tempo, o clima e a visão apaixonada do artista se encarreguem de complementar e enriquecer a pintura.

Mas mesmo que sugira e explore várias interpretações, o belo não pode ser definido. Ele é apenas uma palavra inventada para quando o homem não sabe expressar seu prazer por mais nenhuma outra.

Kevin Day arvore morta

domingo, 17 de outubro de 2010

ASAS

 

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Asas
Gosto de ver
Os pássaros a voar
Voam , voam
E depois vão-se embora
Fico aqui sozinho
E a noite ainda demora
Ficou o céu vazio
Tão vazio como eu
E azul como aquele rio
E não são só os pássaros
A deixarem-me sozinho
Os sons harmoniosos
De pequenas e únicas sinfonias
Para os meus ouvidos curiosos
Levanto-me lentamente
E sigo o meu caminho
Os pássaros voltam
Não têm mais para onde ir


by Jorge Pereira

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nobel da Literatura 2010

 

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O início

Nascido em uma família de classe média, único filho de Ernesto Vargas Maldonado e Dora Llosa Ureta, seus pais separaram-se após cinco meses de casamento. Com isto o menino não conheceu o pai até os dez anos de idade. Sua primeira infância foi em Cochabamba, na Bolívia, mas no período do governo José Luis Bustamante y Rivero, seu avô obtém um importante cargo político no governo, em Piura, no norte do Peru, e sua mãe retorna ao Peru, para viver naquela cidade.

Em 1946 muda-se para Lima e então conhece seu pai. Os pais reconciliam-se e, durante sua adolescência, a família continuará vivendo ali.

Ao completar 14 anos, ingressa, por vontade paterna, no Colégio Militar Leôncio Prado, em La Perla, como aluno interno, ali permanecendo por dois anos. Essa experiência será o tema do seu primeiro livro - La ciudad y los perros ("A cidade e os cachorros", em tradução livre), publicado no Brasil como "Batismo de Fogo" e, posteriormente, como A cidade e os cachorros[1].

Em 1953 é admitido na tradicional Universidad Nacional Mayor de San Marcos, em Lima, a mais antiga da América. Ali estudou Letras e Direito, contra a vontade de seu pai.

Aos 19 anos, casa-se com Julia Urquidi, cunhada de sua mãe, e passa a ter vários empregos para sobreviver: atua como redator mas também fichando livros e até mesmo revisando nomes em túmulos nos cemitérios.

Em 1958 recebe uma bolsa de estudos "Javier Prado" a vai para a Espanha, onde obtém doutorado em Filosofia e Letras, em 19, na Universidade Complutense de Madri. Após isso vai para a França, onde vive durante alguns anos. Em 1964 divorcia-se de Júlia e em 1965 casa-se com a prima Patrícia Llosa, com quem tem três filhos Álvaro, Gonzalo e Morgana.

Obra

Sua obra critica a hierarquia de castas sociais e raciais, vigente ainda hoje, segundo o escritor, no Peru e na América Latina. Seu principal tema é a luta pela liberdade individual na realidade opressiva do Peru. A princípio, assim como vários outros intelectuais de sua geração, Vargas Llosa sofreu a influência do existencialismo de Jean Paul Sartre.

Muitos dos seus escritos são autobiográficos, como "A cidade e os cachorros" (1963), "A Casa Verde" (1966) e "Tia Júlia e o Escrevinhador"(1977). Por A cidade e os cachorros recebeu o Prêmio Biblioteca Breve da Editora Seix [Barral e o Prêmio da Crítica de 1963. Sua obra seguinte, A Casa Verde mostra a influência de William Faulkner. O romance narra a vida das personagens em um bordel, cujo nome dá título ao livro. Seu terceiro romance, Conversa na Catedral publicado em 4 volumes e que o próprio Vargas Llosa caracterizou como obra completa, narra fases da sociedade peruana sob a ditadura de Odria em 1950.

Há um encontro na Catedral entre dois personagens: o filho de um ministro e um motorista particular. O romance caracteriza-se por uma sofisticada técnica narrativa, alternando a conversa dos dois e cenas do passado. Em 1981 publica A Guerra do Fim do Mundo, sobre a Guerra de Canudos, que dedica ao escritor brasileiro Euclides da Cunha, autor de Os Sertões.

Vida política

Em 1980 começa a ter maiores atividades políticas no país. Em 1983 a pedido do próprio presidente Fernando B. Terry preside comissão que investiga a morte de oito jornalistas. Em 1987 inicia o movimento político liberal contra a desestatização da economia, o que ia de encontro ao presidente Alan García. Em 1990 concorre à presidência do país com a Frente Demócrata (FREDEMO), partido de centro-direita, mas perde a eleição para Alberto Fujimori.

Após isso, retorna a Londres e reinicia suas atividades literárias. Em 2006, em sua mais recente visita ao país, apoia a candidatura de Lourdes Flores, tendo ganhado Alan García. Suas experiências como escritor e candidato presidencial estão expostas na autobiografia "Peixe na Água", publicada em 1991.

Bibliografia

Ficção
Os Chefes (1959)
A cidade e os cachorros ("La ciudad y los perros") (1963)
A casa verde (1966) (Premio Rómulo Gallegos)
Conversa na catedral (1969)
Pantaleão e as visitadoras (1973)
Tia Júlia e o escrevinhador (1977)
A Guerra do Fim do Mundo (1981)
Historia de Mayta (1984)
Quem matou Palomino Molero? (1986)
O falador (1987)
Elogio da madrasta (1988)
Lituma nos Andes (1993). Premio Planeta
Os cadernos de Dom Rigoberto (1997)
A festa do bode (2000) - novela sobre a ditadura do general da República Dominicana, Rafael Leónidas Trujillo
O Paraíso na Outra Esquina (2003) - novela histórica sobre Paul Gauguin y Flora Tristán.
Travessuras da Menina Má (2006)
Teatro
A menina de Tacna (1981)
Kathie e o hipopótamo (1983)
La Chunga (1986)
El loco de los balcones (1993)
Olhos bonitos, quadros feios(1996)
Ensaio
García Márquez: historia de un deicidio (1971)
Historia secreta de una novela (1971)
La orgía perpetua: Flaubert y «Madame Bovary» (1975)
Contra viento y marea. Volúmen I (1962-1982) (1983)
Contra viento y marea. Volumen II (1972-1983) (1986)
La verdad de las mentiras: Ensayos sobre la novela moderna (1990)
Contra viento y marea. Volumen III (1964-1988) (1990)
Carta de batalla por Tirant lo Blanc (1991)
Desafíos a la libertad (1994)
La utopía arcaica. José María Arguedas y las ficciones del indigenismo (1996)
Cartas a un novelista (1997)
El lenguaje de la pasión (2001)
La tentación de lo imposible (2004) - ensayo

Prêmios e condecorações

Ao longo de sua carreira, Mario Vargas Llosa recebeu inúmeros prêmios e condecorações. Destacamos alguns: o Premio Rómulo Gallegos (1967) e principalmente o Prémio Cervantes (1994). Outros prêmios, a saber, o Prêmio Nacional de Novela do Peru em 1967, por seu romance A Casa Verde, o Prêmio Príncipe das Astúrias de Letras Espanha (1986) e o Prêmio da Paz de Autores da Alemanha, concedido na Feira do Livro de Frankfurt (1997). Em 1993 foi concedido o Prêmio Planeta por seu romance Lituma nos Andes. Uma grande relevância na sua carreira literária Prêmio Biblioteca Breve, que se deu por Batismo de Fogo, em 1963, marca o início de sua brilhante carreira literária internacional. É membro da Academia Peruana de Línguas desde 1977, e da Real Academia Española (RAE) desde 1994. Tem vários doutorados honoris causa por universidades da Europa, América e Ásia; pode-se citar os concedidos pelas universidades de Yale (1994), Universidade de Israel (1998), Harvard (1999), Universidade de Lima (2001), Oxford (2003), Universidade Europeia de Madrid (2005) e Sorbonne (2005). Foi condecorado pelo governo francês com Medalha de honra en 1985. Ganhou o prémio Nobel da literatura 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Carlos Santana

Santana Guitar Heaven

TIME" (ARISTA, 2010)
O simpático Carlos Santana nunca mais largou a sua "galinha dos ovos de ouro" depois de há uma década ter deixado "meio-mundo" de boca a aberta com "Supernatural". Um disco de colaborações com os artistas da "moda" e que fez com que o seu nome fosse catapultado para uma nova geração de apreciadores dos seus solos de rock latino misturado com canções orelhudas e com objectivos claramente "ultra-comercialóides".Uma fórmula infalível de gravar discos, da qual o guitarrista de origem mexicana nunca mais se quis desfazer. Mesmo navegando a solo, como é neste "Guitar Heaven", o autor do imortal "Samba Pa Ti" não dispensa umas boas colaborações de renome. A diferença em relação aos últimos discos é que Santana agora lembrou-se de fazer um disco de versões de grandes êxitos do Rock. Um projecto com intenções felizes, mas quando se tem no mesmo disco pessoas conotadas com área do Rock (Scott Weiland ou Chris Cornell) misturadas com gente como a cantora soul India Arie e o violoncelista Yo-Yo Ma (em que assassinam por completo o "While My Guitar Weeps" dos Beatles): o "pobre" desconfia!Mas o festim de assassinato musical não se fica por aqui. A versão de "Back in Black" dos AC/DC entoada pelo rapper Nas e a cantora Pop Janelle Monáe é simplesmente uma desgraça. "Photograph" dos Def Leppard (desde quando é que Def Leppard é um clássico de todos os tempos? ...talvez um clássico de 1983) cantado pelo finalista da versão norte-americana, do "Ídolos" (Chris Daughtry) soa exactamente como se de uma prestação desse programa se tratasse. Ah e claro...não podia faltar "o delfim", o irritante Mr. Rob Thomas com uma prestação completamente de "pop de trazer por casa" a trucidar o clássico dos Cream: "Sunshine of Your Love".Quanto à inclusão de "Riders on the Storm" dos Doors, só pergunto: porquê, Ray Manzarek? Nesta versão, soa tudo muito a "cocktailzinho" de final de tarde, ou no pior dos casos a easy-listening de elevador, com o vocalista dos Linkin Park, Chester Bennington a soar completamente perdido na canção!Até vou saltar a versão de "Smoke on the Water", para não ter um ataque cardíaco! Não! Não me digam que o gajo escolheu o vocalista dos Papa Roach para emular o Ian Gillan? Que ridículo...Bom, é melhor já nem ouvir mais. Este "Guitar Heaven" é tudo menos "Céu". E tirando as primeiras faixas ("Whole Lotta of Love" e "Can You Hear Me Knocking com Cornell e Weiland) e a versão de "I Aín´t Superstitious" com Johhny Lang (a soar muito a Stevie Ray Vaughan), podemos afirmar que estamos na presença de um dos piores "sacrilégios musicais" alguma vez editados em disco! Um projecto sem eira nem beira, que até uma simples banda de covers de fim-de-semana faria muito melhor!Os restantes "Deuses do Rock" já devem andar a rogar pragas ao Santana!

domingo, 19 de setembro de 2010

sábado, 18 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fiona Apple

 

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Fiona Apple lança primeiro álbum em mais de cinco anos

Músicos ligados à cantora norte-americana dão conta de disco novo, a sair em 2011.

Em silêncio editorial desde Extraordinary Machine , álbum de 2005, Fiona Apple deverá regressar aos discos em 2011.
Segundo a Billboard, a notícia foi avançada pelo baterista e co-produtor do álbum, ainda sem título, à revista Modern Drummer.
De acordo com Charley Drayton, que colabora com Fiona Apple desde 2006, o disco sai na primavera de 2011.
Na semana passada, por seu turno, a cantora Michelle Branch escreveu no seu Twitter: "Não é para me gabar mas hoje ouvi duas músicas novas da Fiona Apple. Espectaculares".
Este ano, uma música nova de Fiona Apple, "So Sleepy", surgiu na net. Ouça-a aqui:

 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Francisco Ribeiro-Madredeus

 

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Francisco Ribeiro

D.R.

Francisco Ribeiro, fundador dos Madredeus, morreu ontem, aos 45 anos, vítima de cancro na sua casa, em Lisboa. O músico, compositor, letrista, vocalista e produtor realizou centenas de concertos em todo o mundo, tendo editado no ano passado o álbum A Junção do Bem, no âmbito do projeto Desiderata.

 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

sábado, 17 de julho de 2010

photografias

photografias
ontem só fotografei rosas
rosas de todas as cores
amarelas brancas vermelhas
rosas de um suavíssimo odor
todas elas com vários nomes
de York, damascenas, empereur du maroc
green rose e até high hopes
dei conta que há rosas quase mortas
em casas a que chamam lares
a maior parte com nome de santos
acho estranho que haja contentores
para esconder a solidão das rosas
sentadas à mesa parecem pessoas
presas a uma cadeira de rodas
observo com tristeza e espanto
que estas rosas são rosas do meu pranto
Maria Azenha

Buddy Guy Tribute

domingo, 11 de julho de 2010

Hoje eu só quero dançar, me encantar;
sentir a vida circular pelos movimentos do corpo.
Deixe-me mover por aquilo que, aparentemente, parece imóvel:
a MÚSICA!
E se você encontrar o meu corpo,
encantado, dançando por algum canto do mundo.
Por favor, não me retire do encanto,
permita-se encantar, e venha dançar também.
By Helô Strega


Acordo.
Tomo ciencia de que estou viva.
Faço uma oração para a vida ser melhor,
enquanto, abro todas as janelas
e rego minhas plantas.
Escancaro a porta da casa,
e por alguns minutos
fico tomando um banho de luz de sol.
Isto é o suficiente para me encher de vida.
Quando à noite chegar,
eu recarrego todas as minhas energias com a luz da lua.
By Helô Strega